Pombos urbanos. Injustiçados ou pragas?

Os pombos brancos são símbolos da paz e até do Espírito Santo. Há os que os possuem até hoje para treinamento como pombo-correio, outrora muito úteis na II Guerra Mundial. Até há 10 anos um hospital da Inglaterra utilizava pombos-correio para levar material laboratorial porque chegava mais rápido. É comum vermos fotos de brasileiros vaidosos na Praça de São Marcos, em Veneza, com pombos nos braços e até na cabeça. Porém, no Brasil quem os alimenta nas ruas é tido como doido. São animais que provocam aversão. Hoje são considerados animais sinantrópicos, ou seja, vivem perto do homem, mesmo que este não queira.

Afinal você conhece, de verdade, as doenças transmitidas por eles? O que é mito e o que é verdade? São injustiçados ou são pragas a serem combatidas?

Os pombos são de fato transmissores de diversas micoses sistêmicas, incluindo criptococose, histoplasmose, psitacose, mas estes fungos são também encontrados até em frutas em decomposição.  Pombos também não são os principais causadores de toxoplasmose. O perigo de toxoplasmose é com a ingestão de carne crua e verduras mal lavadas. Não existe a chamada “doença de pombo”. O piolho de pombo, não é um piolho e sim um ácaro que também é encontrado em outras aves domésticas e não é o piolho humano.

Então? E aí? Qual sua opinião, injustiçados ou pragas?

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